sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Um Serial Killer em Goiânia?



Durante esta semana tive minha atenção voltada para as mídias televisivas e impressas, pois corre por diversos canais de informação dados sobre a existência de um Serial Killer (matador em série) na cidade de Goiânia, Goiás. Como profissional eu tenho uma grande atração por casos expostos de forma dramática pelas mídias, pois eles trazem a população, leiga, para dentro da esfera da criminalística, o que pode ser muito válido, como também perigoso. 

O fato que me chamou a atenção desta vez se deu quando estava lendo um jornal impresso de grande circulação na cidade, minutos após de ter assistido a um telejornal local trazendo a mesma matéria, (não vou citar nomes por respeitar a liberdade de expressão garantida pela Constituição Federal). Curioso, peguei o jornal e fui   me inteirar dos fatos. No telejornal a pergunta que se fazia repetidamente era: “Será que temos um Serial Killer na cidade?” E no jornal impresso eu tinha um quadro totalmente didático, demonstrando 11 casos de homicídios ocorridos na cidade, com dados “concretos” que me chamaram a atenção por seu “MODUS OPERANDI”. 
A matéria trazia dados que davam ao leitor, leigo, uma maneira rápida de entrar no mundo da criminalística sem ter passado por uma escola técnica onde poderia aprender os meandros de uma investigação criminal, tendo já em suas mãos dados para análises que poderiam ser feitas em uma mesa de um bar, em uma recepção de hotel ou até mesmo no conforto de seus lares, sem os aparatos,o tirocínio e a expertise que se deveriam ser aplicados para uma conclusão. Ponho-me no lugar do amigo leitor ou da amiga leitora onde acabo de ouvir na televisão que há fortes indícios de um “monstro” solto pelas ruas matando mulheres; em seguida pego um jornal impresso que me fornece dados “reais” como os nomes de 11 vítimas, todas do sexo feminino, com idade média entre 13 e 29 anos, todas mortas “supostamente” pelo mesmo assassino, que utilizava uma motocicleta, anuncia um suposto assalto e, antes da vítima entregar os pertences, são atingidas com um tiro no peito. 
O cidadão, leigo, tem duas opções neste momento: se veste de Sherlock Holmes e começa a tirar suas conclusões, sem base técnica, ou então, entra em desespero e não sai de casa nunca mais, achando que realmente existe uma calamidade pública e que o inimigo mora ao lado. Busquei em meus conhecimentos teóricos algumas informações que poderiam se encaixar no que a mídia estava expondo, da forma como estava expondo, chegando à uma única “pseudo-conclusão” com as dados que eram apresentados: o tal matador em série só poderia estar cometendo crimes passionais – crime de ódio ou algo do gênero. Buscaria até mesmo uma ajudinha na psicologia jurídica para poder tentar embasar essa tese e alegar que o cidadão possivelmente foi rejeitado pela sua namorada ou noiva ou esposa e, por causa desse abandono, ele resolve se “vingar” em todas as mulheres que fisicamente o faz lembrar-se do seu abandono ou da pessoa de sua “ex” e então resolve matar uma terceira pessoa para chegar ao ápice do seu “gozo interior” e a cada vítima que ele matasse, ele estaria revivendo esse ápice e se satisfazendo com a morte não da vítima em si, mas de quem supostamente o abandonou. O que diferencia um profissional de um cidadão leigo é simplesmente sua técnica e sagacidade, e não importa se estamos tratando de um jornalista ou âncora de uma emissora que teoricamente estudou para exercer sua função ou de um perito que estudou para ser expert em um determinado assunto, há uma palavra que grita neste contexto e ela se posta em Negrito, seu nome: VERDADE. 

Em minhas palestras e cursos que ministro pelo país, e também fora, eu sempre digo que na criminalística temos que nos atentar única e exclusivamente para a verdade, mas o problema é que tanto em um inquérito policial, quanto em um processo judicial existem 3 verdades. Isso mesmo, 3 verdades, a verdade apresentada pela vítima, a verdade escondida pelo autor e a verdade dos fatos e esta última é a que me interessa e a busco em todos os casos que tomo conhecimento. Em minha vida acadêmica, antes de ser inserido no mundo profissional, me foi apresentado um decálogo onde o primeiro tópico era, “Evitar conclusões intuitivas e precipitadas. Conscientizar-se que a prudência é tão necessária quanto a produção da melhor e mais inspiradora perícia. Jamais se firmar no subjetivismo e na precipitada intuição para concluir sobre fatos que são decisivos para os interesses dos indivíduos e da sociedade. Concluir pelo que é óbvio e consensual.” Com base nisso fui à busca de conhecer mais sobre esses 11 casos que estavam sendo expostos pela mídia e descobri uma série de coisas que desmistificavam a suposta ideia de haver um “Serial Killer” na cidade. 
Visitei a delegacia de homicídios, busquei me informar melhor sobre os casos, cruzei dados sérios e utilizei uma ferramenta investigativa para tentar traçar um perfil para as vítimas e para o assassino. Ainda bem que existem ferramentas, técnicas e profissionais dedicados a este trabalho, pois o encontrado até o momento não era o que se esperava, ou o que estava sendo divulgado. Para iniciar a contextualização não foram só 11 casos, são mais, os números não os divulgarei aqui por respeito aos colegas que graciosamente me receberam na delegacia. O cruzamento dos dados coletados pelas autoridades policiais não condiz com o que está sendo cogitado. 
Há inúmeras divergências entre o que a mídia divulgou e o que se tem de dados até o momento. E essa divergência me causa espanto, pois, infelizmente, no Brasil há uma cultura horrível que “demonizam” as nossas polícias, e este fato só reforça essa prática cruel de descrédito ao profissional que está desempenhando sua função, na maioria das vezes por amor ao que faz, tendo em vista a má aparelhagem do sistema. Inúmeros testes são aplicados, várias ferramentas são utilizadas e os dados ou os resultados nem sempre podem ser apresentados abertamente para a sociedade e para a mídia, pois atrapalhariam novos exames e novos resultados. Uma ferramenta de cruzamento de dados utilizada por mim não demonstrou em tese “NEXO DE CAUSALIDADE” entre os 11 casos – há fortes indícios de haverem motivações diferentes que os dividem em diversos casos. 
Não se encontram características que provem ser o mesmo autor nos 11 casos, (é muito provável que sejam vários autores), há uma falta gritante de argumentos geográficos e sócio-culturais para se cogitar a ideia de um “Serial Killer”, o que acaba nos levando a crer que sejam mais casos de homicídios como os que já estamos “acostumados” do que uma possível aparição de um maníaco que coloca em cheque toda uma comunidade e, porque não dizer, a sociedade. 

Confio nas técnicas e nas ferramentas empregadas pelo estado não só nestes casos, como em outros também, confio no tirocínio e capacitação dos profissionais envolvidos nestes casos. Busco sempre conhecer mais os fatos em sua totalidade para que não tire conclusões preciptadas ou leve meus leitores ao engano. Faço este texto para reflexão dos leitores para que pensem duas vezes, não como leigos, mas como desbravadores que sempre buscam o maior tesouro, a verdade. E esperamos que em breve as autoridades policiais do Estado de Goiás possam nos apresentar os 11 casos elucidados, não embasados em achismo, mas dentro dos princípios éticos e técnicos.

 Josecler Alair
Perito Judicial “Ad’hoc”
Graduado em Investigação e Perícia Judicial – Rio de Janeiro – RJ – 2011. 
Pós-graduado em Ciências Forenses, Investigação Criminal e Comportamento Desviante – Lisboa – Portugal – 2013.
Autor do livro: Morte no 217-a “O código Penal bate à sua porta”. CBJE - 2013

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Maníaco de Luziânia

Ademar de Jesus Silva



















Nasceu no ano de 1970, confessou ser o assassino em série responsável pelo desaparecimento de seis jovens entre os dias 30 de dezembro de 2009 e 22 de janeiro de 2010, com idades entre 14 e 19 anos em Luziânia, no estado de Goiás a 196 km da capital Goiânia (GO), no entorno do Distrito Federal.no ano de 2010. 
O caso ganhou repercussão nacional e foi investigado, além da polícia, pela CPI do Desaparecimento de Crianças e Adolescentes, da Câmara dos Deputados. O paradeiro dos jovens só foi solucionado na manhã de sábado, 10 de abril, quando o pedreiro, de 40 anos, foi preso acusado de estuprar e matar os rapazes. Ele mostrou à polícia o local onde estavam os corpos dos garotos e, em entrevista, se disse arrependido e afirmou que pensava no sofrimento dos familiares dos jovens mortos. O pedreiro também declarou que foi vítima de abusos sexuais no passado e disse que cogitou o suicídio após a repercussão das mortesAdemar Jesus da Silva já havia sido condenado em 2005 a 10 anos e 10 meses de prisão por abusar sexualmente de dois meninos, um de 11 e outro de 13 anos, em Águas Claras e Núcleo Bandeirante, respectivamente.
Antes de sua captura, a hipótese em voga era de que os jovens haviam sido cooptados para o trabalho escravo nas fazendas da região. Ademar Silva era pedreiro. 
Chegando da Bahia, passou a viver com uma irmã em Luziânia (GO) e depois se mudou para o DF

Um exame criminológico foi realizado em 28 de maio de 2008.
O laudo deste exame apontou a necessidade de que outros dois fossem realizados: um psiquiátrico e um psicológico. O resultado destacou, ainda, sinais de psicopatia. No entanto, como destacou o magistrado, ser psicopata não é uma doença mental, mas um distúrbio de personalidade, que não é critério que impeça de concessão de progressões. Ademar foi submetido ao exame psicológico em 11 de maio de 2009, e ao psiquiátrico, uma semana depois, em 18 de maio. Os resultados de ambos os procedimentos não apontaram nenhum indício de doença mental, assim como não destacaram a necessidade de acompanhamento psicológico posterior.

O pedreiro deixou o presídio em 23 de dezembro de 2009 e, sete dias depois, teria cometido o primeiro crime. 

O primeiro a desaparecer, em 30 de dezembro, foi Diego Alves Rodrigues, de 13 anos. Pouco antes das 10h, ele saiu de casa no bairro Estrela Dalva, onde mora a maioria das vítimas, para ir a uma oficina de carros, e não foi mais visto. No dia 4, no mesmo horário, foi a vez de Paulo Victor Vieira de Azevedo Lima, de 16 anos, desaparecer. George Rabelo dos Santos, de 17 anos, sumiu no dia 10. Três dias depois, foi à vez de Divino Luiz Lopes da Silva, de 16 anos, desaparecer da porta de casa depois do café da manhã. No dia 18, Flávio Augusto Fernandes dos Santos, de 14 anos, foi visitar um amigo e não voltou. O ajudante de serralheiro, Márcio Luiz de Souza Lopes, de 19 anos, saiu do trabalho para consertar a bicicleta no começo da tarde e, desde então, não mais foi visto. Descrito como uma pessoa agressiva, perturbada e com transtorno psicopatológico, Ademar admitiu que espancou até a morte os seis jovens de Luziânia. Segundo investigações da polícia, o pedreiro matou os meninos para não ter problemas com judiciais. Ademar passava despercebido pelos vizinhos porque passava a maior parte do tempo dentro de casa. Ademar de Jesus Silva usava documentos com o nome de Adimar Jesus da Silva. Ele mudou o nome porque era acusado de tentativa de homicídio na Bahia, e acabou beneficiado por alteração no registro de batismo em novo documento obtido quando se mudou para o DF.  

Ademar foi encontrado morto no início da tarde de 18 de abril de 2010 na cela onde estava preso há uma semana, na Delegacia de Repressão a Narcóticos (Denarc), em Goiânia. Segundo a Polícia Civil, ele se enforcou com tiras arrancadas do forro de um colchão. O médico-legista Paulo Afonso Mendes de Campos, que coordenou a necropsia, disse não ter dúvidas de que Ademar se matou. Campos contou que o corpo do pedreiro não apresenta lesões recentes, hematomas ou qualquer sinal de que tenha sido agredido ou mesmo imobilizado. Também não há cortes nem perfurações. Os sinais são de um clássico enforcamento. Segundo ele os vasos sanguíneos foram comprimidos, as mucosas ficaram inchadas e o sangue saiu pelo nariz e pela boca. Ainda segundo o responsável pela necropsia de Ademar, o tempo entre o momento em que ele teria se enforcado até a morte durou entre dois e quatro minutos. Primeiro, ele perdeu a consciência, depois o corpo desabou e ele morreu. Ademar foi encontrado sentado em um banco de concreto da cela, de não mais que 60cm de altura. A posição reforça o que costumam chamar de "enforcamento incompleto". 

Há dois vídeos que resumem o caso:
Vídeo 1: http://www.youtube.com/watch?v=Nb7d8ZNEMWE
Vídeo 2: http://www.youtube.com/watch?v=72AE0F5UHBU

Fonte:
http://omundomau.blogspot.com.br/2010/04/ademar-de-jesus-silva.html






terça-feira, 24 de setembro de 2013

Casso da família Pesseghini em SP

Uma pequena crítica ao Laudo do Dr. Guido Palomba, psiquiatra forense no caso do menino Marcelo Pesseghini, adolescente de 13 anos que matou toda a família e cometeu suicídio em 5 de agosto em São Paulo.

Em diversos textos que li hoje muito bem conheci a base do que é a Encefalopatia Hipóxica, e isso é clássico em todos os livros que eu busquei sobre o assunto.
O laudo apresentado pelo Dr. Palomba aponta que, o menino teve a (falta de oxigênio no cérebro), durante uma complicação em um procedimento hospitalar aos 2 ANOS de idade onde ficou momentaneamente sem oxigênio no cérebro sofrendo uma lesão hospitalar e não uma ASFIXIA PERINATAL, como vários textos nos apontam.
Alguns casos acontecem na vida adulta e dentre estes, podem ser citadas o mal asmático, o mal epilético, a intoxicação por monóxido de carbono e a parada cárdio-respiratória, sendo esta última a causa mais importante e grave de encefalopatia hipóxica-isquêmica.

Fui buscar nas literaturas e em contato com Peritos Médicos Legistas não conseguimos encontrar nada que ligasse o caso do menino Marcelo com o que o Dr. chama de "delírio encapsulado” . Ainda estou procurando alguma coisa que me leve a entender a comediante comparação desta cena com Dom Quixote. (risos)

As 35 páginas do chamado “exame de insanidade mental póstumo retrospectivo” foram feitas a partir de análises baseadas em depoimentos e entrevistas de testemunhas que conviveram com Marcelo - médicos que cuidavam dele, colegas de classe, professores, outros parentes e exames periciais sobre as mortes.

Daí faço outras indagações:
Como pode ele ter sido acometido de encefalopatia hipóxica sem que qualquer exame de imagem fosse feito à época?
Que exames de imagem foram realizados após o tal episódio de pneumotórax?
De onde ele tirou essa conclusão se o seu "laudo" foi feito a partir de análises baseadas em depoimentos e entrevistas de testemunhas

Me pergunto:
Até que ponto uma pessoa em "surto psicótico" ou em "delírio encapsulado” teria condições COGNITIVAS e COMPORTAMENTAIS para após matar várias pessoas, dirigiria até um certo local, (escola), DORMIR no carro, acordar, assistir aula, contar pros amigos que matou a família e voltar pra casa dirigindo e depois se mata?

Bom, não vou entrar em mais detalhes porque este não é o momento certo, mas há erros técnicos da Polícia Técnico científica no que tange a Balística Forense.

Segue matéria para entendimento do que estou falando:
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/09/laudo-aponta-doenca-mental-e-compara-filho-de-pms-dom-quixote.html

domingo, 22 de setembro de 2013

Prescrição para crime de abuso e exploração sexual de menores tem prazo estendido



Desde o dia 18 de maio (de 2012) Dia de Luta contra o Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, entrou em vigor a Lei nº 12.650, que modificou as regras relativas ao prazo prescricional dos crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes.

Antes, a prescrição, ou seja, o tempo para o agressor ser julgado ou punido pelo Estado, era contada a partir do crime praticado. Hoje, ela começa a ser contada quando a vítima completar 18 anos. Essa lei altera o Código Penal para dar mais tempo para que a criança ou adolescente que tenha sofrido abuso sexual possa ingressar com uma ação penal contra o agressor.

Na prática, como isso funciona?
Por exemplo, uma criança sofre um abuso sexual aos 12 anos de idade, um estupro. Este crime é de maior gravidade e prescreve em 20 anos, ou seja, de acordo com a lei antiga, a criança teria 20 anos após o ato para denunciar o agressor: 12 + 20 = 32. Então, ela teria até os 32 anos para denunciá -lo

Pela nova lei, ela pode denunciar até os 38, ou seja, 18 anos (quando começa a prescrição) + 20 anos. Como, muitas vezes, os crimes são praticados por pessoas próximas à criança, ela não consegue denunciar o agressor, por medo ou vergonha, mesmo porque ela, na maioria das vezes, também não entende bem o que aconteceu. Agora, ela pode chegar a maioridade e, com mais maturidade e independência, fazer a denúncia.

A lei levou o nome de “Lei Joanna Maranhão”, nome da nadadora pernambucana que, em 2008, revelou ter sido abusada na infância por um treinador. Sua coragem de revelar seu segredo, segundo ela, pode até ajudar outras pessoas a fazerem o mesmo.

No Brasil, nós temos o Disque Direitos Humanos, o Disque 100, onde pode ser denunciada a agressão, pois esse serviço trata, entre outros, de grupos sociais vulneráveis, como as crianças e os adolescentes.

Fonte:
http://www.turminha.mpf.mp.br/direitos-das-criancas/18-de-maio/prescricao-para-crime-de-abuso-e-exploracao-sexual-de-menores-tem-prazo-estendido

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Conheça alguns Serial Killers pelo Brasil


SERIAL KILLERS LISTADOS NO BRASIL

1 -Pedro Rodrigues Filho – “Pedrinho Matador” ou “Pedrinho da Cartucheira”
Número de vítimas: em pesquisa
São Paulo, 1967 a 2001.

2-Francisco das Chagas Rodrigues de Brito – “Meninos Emasculados do Maranhão”
Número de Vítimas: 42
Altamira, São Luís, 1989 a 2004.

3-Ibrahim e Henrique de Oliveira – “Os Irmãos Necrófilos”
Número de vítimas: 15 +
Rio de Janeiro, 1991 a 1995.

4-Alexandre Gomes Rodrigues – (Vampiro)
Número de vítimas: 15 +
Minas Gerais, 1960.

5- Cláudio de Souza – “Maníaco da Lanterna” (confesso + investigação de +1)
Número de vítimas: 15+
Cuiabá, 2004 a 2008.

6- Aclides Marcelo Gomes – “Menino Mau”
Número de vítimas: 14+
Cuiabá/Várzea Grande-MT, 1999 a 2001.

7- “Maníaco do Arco Iris” (Em investigação)
Número de vítimas: 14+
São Paulo, 2007.

8-Marcelo Costa de Andrade – “O Vampiro de Niterói”
Número de vítimas: 13+
Rio de Janeiro, 1991 e 1992.

9-Adriano da Silva – “O Monstro de Passo Fundo”
Número de vítimas: 12
Rio Grande do Sul, 2002 a 2004.

10-“Estrangulador de Guarulhos” – Em investigação
Número de vítimas: 10 +
São Paulo, desde 2002.

11-Eudóxio Donizete Bento
Número de vítimas: 10
Presidente Prudente, 2000.

12-José Paz Bezerra – “Monstro do Morumbi”
Número de vítimas: 10 +
São Paulo, 1970.

13- Osvaldo de Paula Silva – “Buikinho”
Número de vítimas: 11+
Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, 1970 a 1991

14-“Maníaco de Belo Horizonte” – Em investigação
Número de vítimas: 9 +
Minas Gerais, indeterminado.

15-“Maníaco de Araguari” – Em investigação
Número de vítimas: 9 +
Minas Gerais, desde 2003.

16 -Benedito Moreira de Carvalho – “O Monstro de Guaianases”
Crimes contra 29 vítimas: dez estupros seguidos de homicídio, nove estupros, um atentado violento ao pudor, um atentado ao pudor, seis tentativas de estupro, uma tentativa de estupro e homicídio e um homicídio.
São Paulo, 1950 e 1953.

17-Anestor Bezerra de Lima – “O Matador de Taxistas”
Número de vítimas: 9 +
São Paulo e Minas Gerais, 2004.

18-Cláudio de Souza – (Matador de Casais)
Número de vítimas: 9 +
Mato Grosso, 2001.

19-Douglas Baptista – “O Maníaco de Santos”
Número de vítimas: 8 +
São Paulo, 1992.

20-Dener Pedroso Galvão – “O Coiote”
Número de vítimas: 8 +
Cuiabá, 2004 e 2005.

21-Wanderley Antonio dos Santos – “O Mestre Cão”
Número de Vítimas: 7 +
Rio de Janeiro, 1995.

22-Fortunato Botton Neto – “O Tarado do Trianon”
Número de vítimas: 7 +
São Paulo, 1986 a 1989

23 – Francisco de Assis Pereira – “Maníaco do Parque”
Número de Vítimas: 7 +
São Paulo, 1997 e 1998.

24 – Paulo Sérgio Guimarães – “Maníaco da Praia do Cassino”
Número de vítimas: 7
Rio Grande do Sul, 1998.

25-Eliomar Ferreira da Silva – “Alemão”
Número de vítimas: 7 +
Vila Velha, Barra de São Francisco e Cariacica, ES – 1998 a 2010

26-Cirineu Carlos Letang – “O Matador de Travestis”
Número de vítimas: 6 +
São Paulo, 1992 e 1993.

27-Osvaldo Sônego – “O Tarado de Tatuí”
Número de vítimas: 6 +
São Paulo, 1996.

28-Laerte Patrocínio Orpinelli – “O Andarilho de Rio Claro”
Número de vítimas: 6 +
São Paulo, 1996 e 1997.

29-José Vicente Matias – “Corumbá”
Número de Vítimas: 6 +
Goiás, Maranhão, 2000.

30-Roberto Marcelo Paiva Ramos – (Assassino de Turistas)
Número de vítimas: 6 +
Bahia, 1997 a 2006.

31- Paulo José Lisboa – “Maníaco da Corrente” (condenado por 6 e suspeito de + em Vitória)
Número de vítimas: 6+
SP, Espírito Santo, 1998.

32 – Adimar Jesus da Silva – “Maníaco de Luziânia”
Número de vítimas: 6+
GO, Luziânia, 2010.

33 – Luan Barcelos da Silva – “Assassino de Taxistas”
Número de vítimas: 6 +
Santana do Livramento, RS, 2013.

34-Roberto Severino da Silva – “O Justiceiro do Jardim Vassoura”
Número de vítimas: 5 +
São Paulo, 2001.

35-André Luiz Cassimiro – “O Estrangulador de Juiz de Fora”
Número de vítimas: 5 +
Minas Gerais, 1995.

36-Edson Isidoro Guimarães – “O Enfermeiro da Morte”
Número de vítimas: 5 +
Rio de Janeiro, 1999.

37-Édson Barbosa Alves – (Estuprador e Assassino de Mulheres)
Número de vítimas: 5 +
São Paulo, 2006.

38-Lúcio Mauro Fabiano – “Mineiro – Esquartejador de Mulheres”
Número de vítimas: 5 +
Maranhão, 1995.

39- Sérgio Brasil Rolim – “O Maníaco de Cariri”
Número de Vítimas: 5 +
Ceará, 2002.

40- Marcos Antunes Trigueiro – “Maníaco de Contagem”
Número de vítimas: 5+
Contagem, MG, 2009.

41 – João Acácio Pereira da Costa – “O Bandido da Luz Vermelha”
Acusação: 77 assaltos, dois homicídios, dois latrocínios e sete tentativas de morte. Suspeita-se de que ele tenha estuprado mais de 100 mulheres.
São Paulo, década de 1960.

42- Eduardo Sebastião do Patrocínio – “O Estrangulador da Zona Leste”
Número de vítimas: 5+
SP, 2010-2013.

43-Abraão José Bueno – (Matador de Crianças)
Número de vítimas: 4 +
São Paulo, 2005.

44-Sérgio Antônio Baptistella – “O Maníaco do Raio X”
Número de Vítimas: 4 +
Rio de Janeiro, 1998.

45- Eildo Saraiva de Britto – “Maníaco do Grajaú”
Número de vítimas: 4 +
São Paulo, 2001.

46-Francisco de Marco – “Chico Vidraceiro”
Número de vítimas: 4 +
São Paulo, 1984.

47-José Augusto do Amaral – “O Preto Amaral”
Número de vítimas: 3 +
São Paulo, 1926.

48-“Maníaco do ABC” – Em investigação
Número de vítimas: 3 +
São Paulo, desde 2005.

49-“Assassino de Padres” – Em investigação
Número de vítimas: 3 +
Minas Gerais, desde 2005.

50 -Adilson do Espírito Santo – “Radiola” ou “O Monstro de Plataforma”
Número de vítimas: 3
Bahia, 1984.

51-Irineu Carlos Nórdio – “Maníaco do Serrote”
Número de Vítimas: 3 +
Santa Catarina, 1999 e 2000.

52-Jailson Nunes do Amaral – (Assassino de Idosas)
Número de vítimas: 3 +
Rio de Janeiro, 2003.

53-André Barboza – ‘Monstro da Ceasa’
Número de vítimas: 3 + uma tentativa
Belém, 2006 a 2008.

54-Sebastião Mariano da Silva – “Quincas”
Número de vítimas: 3
Sorocaba, 1998 a 2004.

55 – Lourival Donizete da Silva – “Matador de Mulheres” (foragido)
Número de vítimas: 3+
São José dos Campos, Atibaia, 1996 a 2005.

56-Febrônio Indio do Brasil – “Filho da Luz”
Número de vítimas: 2 +
São Paulo, 1927.

57- “Maníaco da Cruz” (menor)
Número de vítimas: 3+
Campo Grande, 2008.

58 -Mizael Pereira da Silva – “O Maníaco da Bicicleta”
Número de vítimas: 2 +
Rio Grande do Norte, 1998.

59-José Aírton Pontes – “O Missionário”
Número de vítimas: 2 +
Acusado de agir em: (PR, SC, SP, MG, MS, MT, RO, GO, TO e RJ), 1975 a 2005.

60-Francisco Costa Rocha – “Chico Picadinho”
Número de vítimas: 2
São Paulo, 1966 e 1976.

61 – Ademir Oliveira do Rosário – “Maníaco da Serra da Cantareira”
Número de vítimas: 2 +
São Paulo, 2007.

62 – Leandro Basílio Rodrigues – “Maníaco de Guarulhos”
Número de vítimas: Em investigação
SP, RJ e MG, 2006 a 2008.

Fonte:
http://serialkiller.com.br/

domingo, 14 de julho de 2013

Segurança e homofobia.


                                     Segurança e homofobia.
 Uma visão de dentro para fora.


Artigo de opinião.

Estou em Portugal para cursar uma especialização em Ciências Forenses, logo, todo tipo de assunto relacionado a crimes e a segurança em geral me chama a atenção. Leio o jornal impresso local quando posso e parece engraçado porque meus olhos passam pelas notícias e param quando leio sobre violação sexual, assalto, atropelamentos e coisas do gênero. Fui surpreendido há pouco tempo com um comentário em uma rede social onde meus colegas brasileiros que aqui estão reclamavam da forma agressiva utilizada por um segurança de uma casa noturna colocou um brasileiro pra fora da casa, batendo e dizendo coisas absurdas. O comentário seguinte dizia que ao sair de lá ele se dirigiu até a polícia de segurança pública, (PSP), ao expor o fato ocorrido o policial se recusou a fazer o registro de tal ocorrência pelo simples fato do jovem não ter se dirigido até o hospital onde seria constatada a agressão através de um exame básico de corpo de delito. O terceiro comentário fomentava a ideia de se tratar de homofobia tanto por parte do segurança, como por parte do policial.

Após ler os comentários comentei com um colega sobre o assunto, pedi mais detalhes, afinal de contas o assunto era de meu interesse. Não havia detalhes, só as informações que foram postadas. O assunto não se estendeu. Teci um comentário com o colega dizendo que a história estava mal contada e que o colega agredido deveria ter “aprontado” dentro da casa noturna para que o segurança agisse com agressão, até porque ninguém em sã consciência bateria em ninguém de graça. O colega se virou contra mim e me chamou também de homofóbico, disse que meu comentário era completamente vazio de argumentos e que o colega havia apanhado por homofobia sim.

Como estudo temas ligados às Ciências Forenses tenho sempre em mente que para resolução de um caso é preciso responder cinco perguntas básicas, (QUEM? , COMO?, ONDE?, QUANDO? e POR QUE?). Só após essas perguntas respondidas podemos iniciar as linhas de investigações e darmos uma resposta ou para a sociedade ou para quem nos contrate.
Percebe-se que como profissional eu estava sem dados precisos, eu tinha a resposta para o Quem, para o Como, para o Onde e para o Quando, mas faltava-me o Por que ?. O assunto ficou por ali e logo foi esquecido pela comunidade brasileira.
Durante minhas aulas na especialização eu tenho de estudar um pouco de intervenção com o agressor e com a vítima e durante uma aula de Profilling Geográfico voltado para crimes de abuso sexual, tive uma explicação técnica de que para que haja um crime, seja ele qual for, é preciso que se reúnam três personagens que são necessárias para a conclusão do delito. 


 A primeira seria um agressor com ”animus” para cometer o ato delituoso ou criminoso, o segundo seria uma vítima que esteja na posição de vítima, pronta para ser atacada e o terceiro e último elemento é a ausência de um guardião.
Como primeiro exemplo, usarei um furto em uma residência:

A primeira personagem seria o “ladrão” que está do lado de fora à espera do momento certo para o ataque. A segunda personagem sou eu ou a minha casa onde há um bem a ser furtado e a terceira personagem é o portão e a porta sem trancas ou sem um cão.

Como segundo exemplo, usarei um estupro na madrugada:
A primeira personagem seria o estuprador que saiu de casa com o intuito de abusar de alguém. A segunda personagem é uma jovem senhora de trinta e dois anos e a terceira personagem é o aparelho celular que toca de cinco em cinco minutos e do outro lado é o marido da vítima que quer saber onde ela está, se já apanhou o ônibus, ou poderá ser também esta terceira personagem um grupo de pessoas, mesmo que desconhecidas que estão na paragem a espera do ônibus.

No primeiro exemplo temos a presença das duas primeiras personagens e das duas segundas personagens, mas temos no primeiro exemplo a ausência do guardião e no segundo exemplo a presença do guardião.
Após essa aula, iniciei uma meditação sobre os casos de homofobia que eu tinha conhecimento e em sua maioria, não em sua totalidade, deixo claro, além da ausência de algumas das cinco perguntas principais para a resolução de um caso, faltava em meu ponto de vista, a presença de uma das três personagens do Proffiling.  Com estes dados faltosos não é possível chegar a uma conclusão fatídica sobre haver ou não haver homofobia nos casos observados.

Coloquei o tema em pauta com algumas pessoas de meu círculo de amizades e todos chegaram à mesma conclusão que eu. Ouvi de uma amiga psicóloga que eu estava certo, principalmente no que fazia alusão a segunda personagem. Ela havia estudado alguns casos também, mas pela ótica psicológica e chegou a conclusão que nos casos estudados por ela a vítima se colocava em um patamar de possível agredida, digamos que ela facilitava o ato ou buscava ou concorria para que as coisas fossem seguindo o caminho da agressão.

Assistindo a uma entrevista com o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, autor de dezenas de obras dentre elas “modernidade líquida”, me senti completamente preso quando ele falava que “uma das características de nosso tempo é a fragmentação da vida” e essa fragmentação expressa também na forma como as relações humanas se dão.
Um dos pontos da entrevista que mais me chamou a atenção foi quando Bauman citou Freud, que no livro 
"O mal-estar na civilização" já apontava que a civilização sempre inclui troca: dá-se algo de valor para receber algo de valor. “Se na época do livro, final da década de 1920, antes do crash e da Grande Depressão, o preço era entregar muita liberdade em nome da segurança, hoje talvez Freud dissesse que entregamos demais nossa segurança em nome de mais liberdade”, considerou o sociólogo.

Neste contexto, voltei novamente a indagar-me sobre os casos de homofobia que eu e minha amiga psicóloga havíamos tomado como base para nossas reflexões e me perguntei:
- Será que em troca de uma liberdade não temos nós deixado de lado a nossa segurança?
Até que ponto alguém se expõe ao perigo de poder ser atingido por um soco ou até mesmo estando apto para a perda de sua vida para brigar e defender sua liberdade? Seja esta liberdade física, de expressão, de ação, ou até mesmo a liberdade de ir e vir como reza nossa constituição.
Até que ponto o “eu” está disposto a ceder o seu bem estar físico, psíquico e moral para que as pessoas que vivem ao seu redor saibam que esse “eu” tem direitos como os demais?

Para concluir este emaranhado de pensamentos creio que é preciso que antes de sair de nossas casas analisemos qual o papel iremos exercer diante da sociedade e não sermos atingidos pelos aplausos da plateia ou nem mesmo pela vaia dos críticos. Sabendo que minha personagem é essa ou aquela e não me colocar em outra forma de atuação que não seja a minha. Saber a hora de me impor e saber qual a hora de ceder. Saber que o direito do colega termina onde o meu começa, mas o direito dele inicia-se onde o meu termina e essa autonomia ou esse controle que eu tenho sobre as disposições do direito exercido por mim e pelo outro seja sempre o guardião presente que evita que eu seja a vítima em um próximo caso.

Josecler Alair
Perito Judicial
Pós-graduando em Ciências Forense
 – Instituto CRIAP – Portugal – Julho / 2013.
josecler.rj@hotmail.com



sábado, 6 de julho de 2013

Senado aprova projeto que garante atendimento imediato à vítima de abuso sexual pelo SUS


O atendimento a vítimas de violência sexual nos hospitais públicos passará a ser emergencial e multidisciplinar. Um projeto de lei aprovado nesta quinta-feira no Senado, visa a agilizar e melhorar o atendimento a quem sofrer esse tipo de violência, independente do gênero ou da idade da vítima.
De acordo com o texto aprovado, o protocolo de atendimento deverá incluir o diagnóstico e tratamento de lesões, exames para doenças sexualmente transmissíveis e gravidez e preservação de materiais que possam ser coletados no exame médico legal. O paciente deverá receber no hospital o amparo psicológico necessário e o encaminhamento para o órgão de medicina legal e o devido registro de boletim de ocorrência.
Os profissionais de saúde que fizerem o atendimento deverão facilitar o registro policial e repassar informações que possam ser úteis para a identificação do agressor e para a comprovação da violência sexual. O órgão de medicina legal que fizer o exame posterior ao atendimento ficará responsável por coletar materiais e fazer o exame de DNA que possa identificar o culpado pela agressão.
A lei considera como violência sexual qualquer forma de atividade sexual não consentida pela vítima. Com isso, além das mulheres, que são as vítimas mais comuns desse tipo de abuso, também ficam protegidos pela lei homens e crianças que sofram violência sexual.
O projeto é originário da Câmara dos Deputados e recebeu pareceres favoráveis nas comissões de mérito do Senado. Como não foi alterada pelos senadores, a matéria segue para sanção presidencial.

Fonte:
http://www.fatimanews.com.br/noticias/senado-aprova-projeto-que-garante-atendimento-imediato-a-vitima-de-abu_148851/

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Campanha contra abuso infantil traz mensagem oculta que só crianças veem

Mais uma daquelas ideias simples e geniais: a Grey Espanha criou a camapanha Solo Para Niños para a Fundación Anar, para conscientizar sobre o abuso infantil. O briefing era passar uma mensagem para as crianças, mesmo que elas estivessem junto dos abusadores. Eles criaram então um cartaz no qual adultos e crianças enxergavam coisas diferentes através da utilização de uma imagem lenticular – aquela que vai ficando diferente de acordo com o ângulo de visão.
Levando em conta que a média de altura entre adultos no país é de 1,75m e que das crianças de até 10 anos é 1,35, eles criaram um cartaz que possibilitava ângulos de visão distintos. Os adultos enxergavam uma mensagem de conscientização, enquanto as crianças enxergavam uma mensagem oferecendo ajuda, com um número para qual elas poderiam ligar para buscar amparo. A informação chegava até elas de maneira sutil, mesmo se o seu abusador estivesse ao lado. Grande sacada.

Fonte:
http://www.hypeness.com.br/2013/05/campanha-contra-abuso-infantil-traz-mensagem-oculta-que-so-criancas-veem/

domingo, 26 de maio de 2013

Curso em Coimbra

Realizamos ontem, 25 de maio, aqui em Coimbra - Portugal o nosso Primeiro Curso Livre.

Tivemos uma turma bem receptiva, bem participativa e empolgada, isso nos deixa felizes, pois são anos de dedicação e esforço que tem de valer a pena.

Segue imagens do cartaz do evento e da turma reunida no final.

Nosso próximo evento está agendado para Setembro de 2013.
Em breve avisarei a todos.






quinta-feira, 16 de maio de 2013

CONVITE para a palestra: “ABUSO SEXUAL E OITIVA DA CRIANÇA“

EMERJ - FÓRUM PERMANENTE DE DIREITO DE FAMÍLIA


CONVITE
O Diretor-Geral da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro -EMERJ, e a Presidente do Fórum Permanente sobre Direito de Família, Desembargadora Katya Maria Monnerat, CONVIDAM para a palestra: “ABUSO SEXUAL E OITIVA DA CRIANÇA“ com a exibição editada do filme “A Caça”, tendo como palestrantes o Desembargador Marco Antônio Ibrahim– TJ/RJ, o Juiz de Direito Titular da 2ª Vara de Família da Capital, Dr. Gerardo Carnevale Ney da Silva e o Juiz de Direito Titular da 1ª Vara de Família de Madureira e Juiz Auxiliar da VIJI, Dr. Sandro Pitthan Espínola e como debatedoras, a Advogada especialista em Direito de Família, Dra. Alexandra Ullmann, a psicóloga TJ/RJ e membro do Fórum Permanente de Direito de Família, Glícia Barbosa de Mattos Brazil e a Assistente Social TJ/RJ, Dra. Maria Luiza Valente.
O evento realizar-se-á em 7 de junho de 2013, das 9:30:00 às 12:30hs, no Auditório Antonio Carlos Amorim , sito na Av. Erasmo Braga, 115, 4º andar, Centro-RJ,
Serão concedidas horas de estágio pela OAB/RJ para estudantes de Direito participantes do evento.
Poderão ser concedidas horas de atividade de capacitação pela ESAJ aos serventuários que participarem do evento (Resolução 12/2012, art.2º, inciso II e art. 3º,inciso, II - Conselho da Magistratura).
Inscrições gratuitas (vagas limitadas)
Informações: Secretaria da EMERJ: 3133- 3369 e 3133-3380
Inscrições: Exclusivas pelo site da EMERJ.
www.emerj.tjrj.jus.br